terça-feira, 14 de abril de 2015

Quadro condenado. Parabéns, Vzan.

Isso não é novo, nem exclusivo de apenas uma marca. Mas é muito chato:

Perigosa fissura na região de solda do toptube. Rompeu, é queixo no asfalto.


Há 8 meses comprei um quadro Vzan VZXC 26 tamanho 21. Usei apenas em asfalto, cidade e um pouco de estrada. Uns 3 mil kilômetros. Canote pra dentro em mais de 15 cm.

Descobri essa fissura depois de limpar o canote e jogar WD dentro do seat tube. A rachadura se revelou após o líquido vazar por ela. Quanto tempo ela estava ali? Só Deus pode responder.

Engraçado, sempre ouvi falar muito bem da Vzan, seus aros são ótimos e nunca me deixaram na mão, mas é a segunda vez que tenho problemas com produtos deles em menos de um ano. Em Outubro de 2014 tive que trocar 2 vezes o eixo traseiro por este se romper. Usando apenas na cidade. Depois de quebrar 2 vezes, decidi trocar a roda inteira por outra marca.

O curioso é que essa linha de quadros não está mais disponível no portfolio de produtos deles.

O vergonhoso foi descobrir que o quadro tinha garantia de apenas três meses.

Estou triste, foi o quadro que melhor me adaptei,  minha bike estava perfeita.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

[AO VIVO] Contador de Ciclistas na Faria Lima.

Bem bacana essa iniciativa:

"Projeto experimental de contagem de ciclistas utilizando webcam de baixo custo e software livre."

Até agora ( 9/4/2015 - 13:35h), o sistema registrou 940 ciclistas.

Cai por terra o fraquíssimo argumento de que ciclovias paulistanas sempre estão vazias.

Assista ao vivo no Youtube:



quarta-feira, 8 de abril de 2015

Mochila de hidratação. Ou não.

Está aí uma dica para quem quer se manter hidratado e tem preguiça de abaixar pra pegar a garrafinha: mochila de hidratação.

Essas mochilas são práticas e eficientes, mas feias e sem graça! Então o colega aí resolveu deixar a sua mais estilosa. A criatividade dele pode ser justificada ao ver qual o "isotônico" ele usa.



Tudo bem que muito provavelmente, a última coisa que o cara estava pensando era em hidratação. Duvido que o cara pedale, mas fica a dica aí.

terça-feira, 7 de abril de 2015

Quanto pai na forca!


 Noite. Saída do Ibirapuera, perto da passarela Ciccillo Matarazzo . Algumas pessoas chegando com seus carros para dar uma corridinha, outras saindo. Ciclistas na maioria em trânsito, indo para suas casas depois do trabalho.

Vou num ritmo médio de 15 km/h. Sou ultrapassado por um cara esbaforindo, girando o pedivela como se não houvesse amanhã, daqueles que não sabem bem usar a relação direito, heheheh. Após ele me passar, se “estabiliza” uns 10 metros à frente e passa a manter um ritmo semelhante ao meu, vez ou outra olhando rapidamente pra trás e dando rápidas aceleradas, para continuar na frente.

Passam alguns quarteirões e “chegamos” a uma ciclofaixa. Outro ciclista me ultrapassa e ao ver o outro à minha frente, dá uma forçadinha e ultrapassa ele também.

O meu colega da pedalada frenética então fica em pé, pedala como se fosse levantar voo e ultrapassa o novo "rival", que não contente e troca de marcha, disparando à frente e assim os dois vão embora. Até onde minha vista viu, último ciclista venceu.

Venceu? Me pergunto pra que isso. Não é de hoje que percebo que os ciclistas trazem os vícios do carro para a bicicleta. Uma necessidade urgente de “estar na frente”, de ser o dono da rua, de ir mais rápido, melhor, mais foda… ao invés de curtirem a pedalada e relaxar, continuam a alimentar o estresse.

Esquecem do principal benefício da bicicleta: prazer.

Parafraseando a mãe do Supla, relaxa e goza. De bike você já chega antes.

segunda-feira, 30 de março de 2015

Vai ter Cilovia!

Vídeo bacana sobre a manifestação de sexta-feira passada (27/3) na Paulista. Não fui, pois era aniversário de minha mãe, fiquei prestigiando os 81 anos da velhinha. Mas que foi algo inesquecível o que eu perdi, foi.